O pecado venial é aquele diante do qual o pecador faz uma vênia (reverência).
O pecado grave é uma grave infração as regras invisíveis, mas nem por isso irreais.
Diferente do pecado venial, o pecado grave, se não tratado por meio do arrependimento, retratação e confissão a um sacerdote, pode conduzir ao estágio posterior: o pecado mortal.
O pecado mortal é o ódio a Deus; é deliberadamente rejeitar Deus e escolher o pecado.
Todo pecado é ruim, "mas há pecado que não leva à morte" (1 João 5, 17).
Jesus disse na cruz que quem o crucificava não sabia o que estava fazendo, e não sabia mesmo. Nem mesmo o demônio sabe o que faz. Ele foi provado, reprovado, escolheu o ódio e cegou-se irreversivelmente! A sua natureza angélica não permite que ele revogue sua escolha: anjos não se arrependem!
O pecado é contrário às regras internas de cada um de nós e, assim como na natureza material as regras não se alteram independente da opinião de qualquer pessoa, a mesma coisa ocorre no mundo espiritual.
O pecado pode ser compreendido como a corrupção de uma linha de comando de um algoritmo em nosso inconsciente, do mesmo jeito como acontece num computador infectado por vírus: o computador é contagiado sem que o vírus peça autorização para se instalar e tampouco informa-o de sua presença. O vírus não tem capacidade nem a finalidade de melhorar o que já existe, o único motivo de ele existir é destruir aquilo que foi criado.