VIZUALIZAÇÕES

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Fim dos Tempos / Parusia

     AGI (Artificial General Intelligence); talvez esse seja o verdadeiro sentido de não fazer imagens (e nisso católicos e protestantes erraram igualmente): não alimentar a AGI. Imagine um mundo sem fotos, vídeos e gravações de áudios (pode ser que o Senhor não proibiu a gravação de áudios simplesmente porque, na época, não era possível), imaginou? Então, nesse mundo não seria possível criar uma super inteligência artificial, um "olho que tudo vê", uma "deus" moldado a nossa imagem e semelhança, uma "imagem da fera" (imagem virtual do império romano moderno governado pelo Anticristo).

Mas alguém poderia dizer: "Ah, mas os descrentes fariam fotos, áudios e videos para alimentar a I.A...." e a resposta é: "Mas os cristãos não estariam lá, no mundo virtual criado (obedecendo ao primeiro mandamento à risca, a I.A. teria apenas informações distorcidas - ao invés de dados inseridos diretamente por nós - sobre os que amam Jesus sinceridamente; nesse cenário ideal seria mais fácil fugirmos da imagem da fera que assinará todos os que se recusarem prostrar-se diante dela (cf. Apocalipse 13, 15)

Antes da volta de Nosso Senhor, os anjos atarão o joio em feixes (vide Mateus 13, 30), esse feixe é o chip, a marca na mão e na fronte; quem não cultivar o amor a verdade, vai ceder para continuar no sistema e será, por seu próprio livre arbítrio, separado do trigo. Depois dessa distinção, "depois de (os verdadeiros cristãos) terem terminado integralmente o seu testemunho, (depois de eles terem negado receber o chip) a Fera que sobe do abismo lhes fará guerra, os vencerá e os matará." (Apocalipse 11, 7) Aí sim virá a ressurreição dos justos e o arrebatamento: "Depois de três dias e meio (depois que a Fera matar boa parte dos que se negaram a receber a marca), um sopro de vida, vindo de Deus, os penetrou. Puseram-se de pé e grande terror caiu sobre aqueles (pagãos) que os viam. Ouviram uma forte voz do céu que dizia: Subi aqui! Subiram então para o céu numa nuvem, enquanto os seus inimigos os olhavam. (Apocalipse 11, 11-12)

"num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. Os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados." (I Coríntios 15, 52)

"Quando for dado o sinal, à voz do arcanjo e ao som da trombeta de Deus, o mesmo Senhor descerá do céu e os que morreram em Cristo ressurgirão PRIMEIRO.

Depois nós, os vivos, os que estamos ainda na terra, seremos arrebatados juntamente com eles sobre nuvens ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor." (I Tessalonicenses 4, 16-17)

O arrebatamento NÃO acontecerá ANTES da ressurreição: "Eis o que vos declaramos, conforme a palavra do Senhor: por ocasião da vinda do Senhor, nós que ficamos ainda vivos não precederemos os mortos." (I Tessalonicenses 4, 15)

quinta-feira, 9 de julho de 2026

13 de outubro de 1884

    Foi numa manhã que o Pontífice Leão XIII após ter celebrado uma Santa Missa e participando de uma outra em ação de graças, assim como já era de seu costume.
    Quem acompanhava aquela celebração pode ver que de repente Leão XIII virou – se para o celebrante da Santa Eucaristia e fixou os seus olhos acima da cabeça do mesmo. Ficou como que imóvel, seus olhos não piscavam, e ao mesmo tempo em seu rosto via – se uma expressão de terror e admiração. Algo lhe tinha acontecido!
     O que teria feito o Santo Padre parar daquela maneira imóvel?!
    Após um breve tempo Leão XIII voltou – se a si e rapidamente se levantando foi ao seu escritório particular.
    Aqueles que lhe eram mais próximos e antes do Santo Padre entrar em seu escritório perguntaram se ele estava precisando de algo, ou se alguma coisa estava acontecendo: “Nada, nada”, responde o Santo Padre, e adentra o seu escritório.
    Após meia hora o Santo Padre pede para que lhe chamem o Secretário da Congregação de Ritos, lhe entrega uma folha e pede para que seja entregue a todos os Ordinários do mundo!
    O que de fato continha naquele escrito?
Era a oração que rezávamos no final da missa, com uma súplica a Virgem Maria e a Invocação ao Arcanjo Miguel, na qual implorava a Deus que precipite Satanás ao inferno. Na mesma carta ordenava – se igualmente que estas orações fossem rezadas de joelhos.
    Em 1946, em Bolonha; o Cardeal Natalli Rocca no período da Quaresma pode testemunhar:
“Foi mesmo Leão XIII quem redigiu esta oração. A frase “Satanás e os outros espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para perder das almas” tem uma explicação histórica que o seu secretário particular Monsenhor Rinaldo Angeli, nos contou várias vezes: “Leão XIII teve verdadeiramente a visão de espíritos infernais que se adensavam sobre a cidade eterna de Roma.”

    Foi da experiência desta visão do Santo Padre que nasceu então a oração:
“São Miguel Arcanjo, protegei-nos no combate, sede nosso auxilio contra a malícia e as ciladas do demônio. Exerça Deus sobre ele império, como instantemente vos pedimos, e Vós, Príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no Inferno a Satanás e aos outros espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para perder as almas”.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Nosso Senhor era Melancólico Terra

    Nosso Senhor não dava respostas imediatas, logo não era colérico.
   Não era lento como Abraão, portanto não era fleumático. 
    Não era leve o tempo todo, então não podia ser sanguíneo. 
    Nosso Senhor era naturalmente profundo e atento aos detalhes da natureza. 
    Nas parábolas, colocava riquezas profundas extraídas do cotidiano. 
    Ele viu a viúva que depositou tudo o que tinha para viver no cofre do Templo. 
     Ele seguiu à risca a vontade do Pai no episódio da cananeia, para quem disse que não ficaria bem dar o pão dos filhos aos cachorrinhos, mas depois se comoveu — porque era um melancólico maduro. 
    Ele demorava certo tempo para se irritar e “explodir”: demorou para chamar os discípulos de lentos e tardos de inteligência; demorou para repreender os fariseus como filhos do demônio e do inferno; e, quando chorou sobre Jerusalém, voltou para Betânia e, premeditadamente, trançou um chicote durante a madrugada para, no dia seguinte, expulsar os vendilhões do Templo. Aquela explosão de ira santa não foi intempestiva. 
    Porém, quando estava à vontade com os seus amigos, era tranquilo, leve e feliz. 
   Portanto, sim: Nosso Senhor era um melancólico maduro diante do mundo (fiel a Deus e comprometido com a sua missão), mas, entre os seus, era simples como as pombas, evidenciando o lado criativo e alegre próprio dos sanguíneos. Nosso Senhor era melancólico-terra. 

quinta-feira, 26 de março de 2026

Dias Santos

    É pecado grave faltar a missa (sem motivo justo) no dias de festas de guarda: no Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo (25/12), no dia da Epifania (dois domingos após o Natal), no dia da Ascensão (o domingo seguinte aos 40 dias de páscoa), no dia de Corpus Christi (a quinta-feira seguinte aos dois domingos seguintes à ascensão do Senhor), no dia da de Santa Maria Mãe de Deus (01/01), no dia de sua Imaculada Conceição (08/12), no dia da Assunção de Nossa Senhora (15/08), no dia de São José (19/03), no dia dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo (29/06), e no dia de Todos os Santos (01/11). (parágrafo 2177);

sábado, 14 de março de 2026

Nã Plenitude doe tempos...

 O Verbo de Deus "demorou" para vir ao mundo, encarnar-se e se tornar um de nós - embora o plano de salvação já estivesse traçado antes da fundação do mundo (cf. 1ª Pedro 1, 19) porque, não podendo o Filho se prevalecer da igualdade com Deus, para vencer na cruz e cancelar o decreto "se comeres do fruto do conhecimento do bem e do mal, morrerás", cravando-o na cruz; para ter força para conseguir vencer no calvário, Ele necessitava do alimento da Palavra de Deus, necessitava das profecias, dos salmos, das histórias de salvação registradas na Sagrada Escritura, e tudo isso leva um tempo, uma maturação, um período para chegar à plenitude.

    Jesus, ele que é o Verbo de Deus, veio destruir a nossa condenação através da destruição de si na crucificação, substituindo o desligamento causado pelo pecado por uma religação (eis a origem da palavra religião): Sim, Jesus veio ao mundo instituir a verdadeira religião!
    Ao entregar seu Espírito ao Pai, o Pai o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome, para que, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra." (Filipenses 2, 9-10). Ao entregar seu Espírito ao Pai, o Pai passou a conceder o Espírito Santo sem medidas a todos os que creem no nome do Seu Filho! 
    É necessário crer na verdade para ser salvo, pois Deus não nos criou como algoritmos sem capacidade de decisão, Deus não nos criou como animais que apenas buscam o prazer e fogem da dor. O objetivo maior aqui na Terra não é que tenhamos uma vida melhor, mas que sejamos santos, nos santifiquemos por fé, esperança e amor. O Senhor deseja nos purificar da mentira, pois a mentira é o motivo de estarmos presos neste vale de lágrimas.
    Sem encarar a verdade não há libertação; sem vivê-la não há salvação. 
    Jesus disse: "O pecado consiste em não crer em mim." (João 16, 9). A salvação do Reino da morte é condicionada a abraçarmos a verdade, mesmo quando esta não é compreensível ao nosso limitado conhecimento, lembrando que a nossa cabeça não é maior que uma bola de basquete, mas a mente do Autor e mantenedor da vida é maior do que o planeta Terra, maior do que a nossa galáxia, maior do que o Universo! 
    O sentido da vida humana é participar da vida divina, "o Filho de Deus se fez homem para nos fazer deuses." (Santo Atanásio); "o Filho Unigênito de Deus, querendo-nos participante de sua divindade, assumiu a nossa natureza para que aquele que se fez homem, dos homens fizesse deuses." (São Tomás de Aquino); "o que Deus pretende é fazer-nos deuses por participação, sendo-o ele por natureza, como o fogo que converte tudo em fogo." (São João da Cruz).
    Nascemos para ser "deuses com ´d´ minúsculo", não para sermos "iguais a Deus", não para que estejamos "no mesmo nível que Deus"(cf. Catecismo da Igreja Católica, 398), pois a paz carece de ordem.
    O Senhor permitiu a provação no Éden não para o seu prazer, como se fossemos apenas "bonecos de teste", mas porque "ser provado" é uma consequência do propósito grande de Deus para nossas vidas. Para ter a comunhão com Ele, ou seja, nos tornarmos deuses por participação no amor, é necessário reconhecer que Ele é a fonte de todo bem, e é preciso obedecê-LO, mesmo quando não compreendemos a Sua vontade totalmente; é imprescindível reconhecer que a palavra divina é quem manda, que Jesus é o Senhor do Universo! 
    Não foi Deus quem criou o mal; o mal é a ausência do bem. Ser tentado, escolher entre obedecer ou desobedecer não é um problema, optar é inseparável à natureza de que somos feitos. 
    Para termos o gesto heróico de nos decidir pela fidelidade a Deus, necessitávamos da chance de o fazer; só se pode escolher quando se tem duas ou mais opções. O mal, a ausência do bem, é a única opção fora dele. Deus é luz e nEle não há treva alguma. (cf. 1ª João 1, 5) 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Diga-me O QUE amas e eu te direi quem és

    A humildade é a verdade. Amigos que não amam a verdade, não servem para mim. A verdade às vezes dói, mas cura, sempre cura.