VIZUALIZAÇÕES

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Quanto mais me sinto realizado no propósito que Deus sonhou pra mim, menos pecador eu passo a ser.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

     O inimigo usou o socialismo para instaurar a desordem no mundo. O objetivo do Diabo não era libertar os menos favorecidos da opressão dos ricos, mas,  sim, desestruturar a sociedade.
    A solução do problema da má distribuição de renda não está na reação comunista.
     Maldade não se combate com ódio, se vence com testemunho.

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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Porque Jesus precisou morrer na cruz

     Deus é todo-poderoso naquilo que é de sua alçada, ou seja, Ele é onipotente na beleza, na bondade, na verdade, no amor, na simplicidade, etc. "Deus é inacessível ao mal e não tenta a ninguém." (Tiago 1, 13). Para adentrar o reino da morte e dele resgatar aqueles que jaziam nas trevas (nós, no caso), era necessário que Jesus viesse ao mundo como homem de carne e osso, anunciasse a salvação por meio de obras (curas) e palavras, morresse e ressuscitasse. Essa é a razão pela qual Jesus precisou morrer na cruz: ele precisava ser inserido no reino da morte sem ter que cometer pecado para isso. Como estava escrito: "aquele que é pendurado (no madeiro) é um objeto de maldição divina" (Deuteronômio 21,23), "Aquele que não conheceu o pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nós nos tornássemos justiça de Deus." (2a Coríntios 5, 21). 
     O único meio de penetrar o reino de Satanás e arrancar de suas garras os seres humanos era entrando pela porta da maldição da cruz. Se Jesus viesse como ser humano e fosse arrebatado aos céus como Elias ou Henoc, por exemplo, Ele não derrotaria a maldade, pois não acessaria o inferno para acorrentar o Diabo. 
     Deus é inacessível ao mal enquanto pecado (Deus nunca faz maldades), mas adentrou o reino maligno para aprisionar o demônio e sepultá-lo eternamente quando regressar pela segunda e última vez. Ainda não eliminou-o plenamente (apenas estabeleceu limites à ele - como um cão preso a uma corrente) porque precisa de um critério, de uma peneira, pela qual separa quem o ama gratuita e incondicionalmente, e quem o "ama" por interesse e até certo ponto. O critério escolhido é a fé: crer sem ter visto, sem benefício, sofrer injustiças, humilhações e mesmo assim dizer com sinceridade: "- Meu Deus, eu não te entendo, mas mesmo assim confio em Ti." Se Deus se mostrasse em toda a sua beleza e augusta majestade todos iriam à Ele, os puros e os interesseiros, e essa distinção não seria feita.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

O "M" de Maria


     Desde toda a eternidade, a Igreja está gravado na palma da mão do Senhor: "Eis que estás gravada na palma de minhas mãos" (Isaías 49, 16a).
     Segundos antes de Jesus morrer, o Senhor disse: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito" (Lucas 23, 46), nesse momento, Ele fez a transferência do seu Espírito à toda Igreja inscrita nas mãos do Pai.
     O Catecismo da Igreja diz que "Maria é, ao mesmo tempo, virgem e mãe, porque é a figura e a mais perfeita realização da Igreja" (Catecismo da Igreja Católica, número 507).
     No momento da crucificação, se concretizou a profecia dita por Simeão à Maria: "uma espada transpassará a tua alma". Na cruz, os pregos transpassaram exatamente no "M" da palma da mão de Jesus.

     Olhe para as palmas de suas mãos, 
     nelas estão gravadas o "M" de Maria,
     sinal do seu chamado para a eternidade!

domingo, 8 de julho de 2018

Demos graças ao Senhor nosso Deus: é nosso dever e a nossa salvação!

     É na fraqueza que se revela totalmente a força de Deus!
     Se por exemplo temos a fraqueza da sexualidade, é exatamente no amor apaixonado e sem reservas por Jesus que encontramos a nossa salvação.
    Se temos a fraqueza da vaidade, é precisamente no orgulho de possuir a salvação conquistada por Cristo que aceitamos qualquer sofrimento por causa dEle.
    Se temos a tendência a ser deprimidos, é justamente na triste e redentora paixão de Cristo extendida na história e atualizada em cada missa que encontramos a força de que precisamos.

quinta-feira, 28 de junho de 2018